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Novas maneiras de hospedagem, no mundo pós pandemia ganham adeptos ao redor do mundo

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A pandemia da Covid-19 provocou grandes transformações na sociedade e a forma de viajar, sem dúvida, foi uma delas. Estudos mostram que no pós-pandemia, os turistas devem priorizar experiências imersivas na natureza, que provoquem uma nova percepção sobre o mundo e sobre eles mesmos, e gerem baixo impacto ambiental. Diante deste cenário, pequenas casas incrustadas em belas paisagens podem ser ótimas opções. A boa notícia é que a Nova Zelândia é cheia delas.

Além dessas construções produzirem menor impacto no meio ambiente, seu tamanho, que não ultrapassa os 40 m², permite que elas estejam localizadas em locais privilegiados, incluindo vales acidentados com vista para praias de águas cristalinas, à sombra de deslumbrantes cadeias montanhosas ou escondidas em lugares tão remotos que não podem ser acessados por carros.

Essas moradias refletem o estilo de vida kiwi, que tem uma conexão profunda com a terra, o meio ambiente e as pessoas. Na cultura maori, a palavra tiaki significa cuidar das pessoas e dos lugares, e que cuidado poderia ser maior do que abrir a porta de casa para oferecer experiências únicas em meio às belezas naturais do seu país?

Cabana
Ecoescape
Casa na árvore
Cabana no lago Wakatipu
Localizada às margens do lago Wakatipu, na região de Queenstown (Ilha Sul), e com vista para a montanha, a cabana de 10m² foi construída por Shannon Walker e sua esposa especialmente para receber turistas. Segundo ele, a paixão pelo conceito de fazer mais com menos espaço, surgiu enquanto ele morava e trabalhava no Japão. “Esse espaço tem tudo a ver com a mentalidade minimalista”, afirma.

A casa foi construída com marcenaria e revestimento reciclados, reduzindo ao mínimo seu impacto. Apesar do tamanho, o espaço para dois hóspedes inclui cama, lareira, cozinha totalmente funcional e mesa de jantar dobrável, com pequenos toques de luxo, como pedras de massagem no chão do chuveiro, sem falar na vista deslubrante.

Ecoescape
O monte Taranaki, vulcão ativo na Ilha Norte, foi o ponto de partida para o projeto do engenheiro Edward Lawley, que precisava não só de uma vista especial para desfrutar do seu café da manhã, mas também de recursos para pagar seu empréstimo estudantil. Em 40 dias ele construiu o Ecoescape, que pode receber até 4 hóspedes e tem credenciais ambientais impecáveis.

A cabine com dois dormitórios é abastecida por painéis solares e turbinas elétricas, e é um lugar perfeito para quem deseja descansar em meio à natureza. Os hóspedes ainda podem fazer passeios de caiaque no lago, caminhar pelos jardins e observar os animais da fazenda que fazem parte do terreno da família.

Casa na árvore
Cientes das belezas naturais que os cercam na costa oeste da Ilha Norte, os anfitriões Tara Wrigley and Guillaume Gignoux sonhavam em morar no alto dos pinheiros de sua propriedade. Mas só quando um construtor se hospedou ali que eles tiveram a oportunidade de transformar o sonho em realidade: eles trocaram a hospedagem pela construção de uma casa na árvore.

A vista para pastagens, mata nativa e o oceano cria o cenário perfeito para se desconectar e recarregar as energias. O local é um convite ao descanso e à contemplação a uma curta distância de carro de Raglan, a meca do surfe.

A casa, que pode receber até 3 hóspedes, tem dois andares, sofá embutido, cama futton com vista para o mar, uma pequena cozinha equipada e, na área externa, um deck com banheira de água quente ao ar livre, além de espreguiçadeiras, mesa e churrasqueira.

admin

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